A crise não é privilégio de poucos mercados

Muito continua se falando sobre a crise que afeta o mercado de jornais impressos ao redor do mundo, principalmente em mercados mais desenvolvidos como EUA e Europa. É fato que não tem sido fácil para os jornais se manterem nos mesmos patamares financeiros de outrora, mas isso não é um ‘privilégio’ dessa indústria.

Mesmo empresas que atuam no mercado de tecnologia de ponta, como a alemã Siemens e a japonesa Sharp, também estão sofrendo sérios revezes dessa crise maluca que pegou quase todo mundo de jeito.

A Sharp anunciou que irá vender duas fábricas e demitir cerca de 5 mil funcionários. Já a Siemens, que hoje emprega quase meio milhão de pessoas no mundo todo, informou que suas encomendas caíram cerca de 40% no início do ano fiscal corrente e também deverá promover cortes para conseguir honrar seus compromissos financeiros.

A situação não está fácil para ninguém, mas acho que a indústria de jornais deveria parar de olhar um pouco para o próprio umbigo, profetizando seu próprio fim, e começar a trabalhar para se adequar ao novo cenário do mercado mundial para os próximos anos. Afinal, ainda não há previsão para que essa crise financeira melhore num curto prazo.

Fontes: G1 e G1

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